segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Jornal 212 • Receita - Bolo de Pão de queijo

OK 212 Queijo Nikolai Sorokin Photoxpress 5018908Ingredientes:
• 100 ml de óleo
• 100 ml de leite
• 2 ovos
• 1 colher de chá de sal
• 1 pacotinho de queijo parmesão ralado
• 1 colher de sopa de fermento em pó
• Polvilho doce
Modo de fazer:
Coloque no liquidificador o óleo, leite, ovos e o sal. Bata tudo muito bem, até ficar homogêneo. Em uma bacia, despeje a mistura do liquidificador e coloque o queijo parmesão. Adicione o polvilho aos poucos até tomar ponto de massa de bolo. Adicione o fermento e coloque em uma forma de pudim untada com margarina. Asse em forno médio por 30 a 35 minutos.

http://www.pastoraldacrianca.org.br/pt/receitas

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Pai: presença e amor na vida dos filhos

Quem não conhece a expressão: "Deus é pai!"? Se Deus é o que de maior conhecemos, e é pai, então, por analogia, podemos concluir quão grande é a figura do pai em nossa vida. O ser pai, historicamente, passou e passa ainda por diversas fases, que se misturam de acordo com a realidade, cultura e contexto. Pai autoritário, pai democrático, pai companheiro, pai ausente, pai presente... mas sempre pai. Reconhecido ou não, desconhecido até, mas o fato é que todos temos um pai. E o papel desse pai vai ganhando, a cada dia, novos desafios, mas a tendência atual é a de que os pais estão participando sempre mais na vida de seus filhos, palpitando, ajudando, acompanhando e interagindo. Isso é fundamental para o desenvolvimento infantil: pais que marcam presença e que assumem com determinação essa verdadeira missão que é ser pai.

Dia dos Pais, além do comércio e sentimentalismo

Comemorar o Dia dos Pais não é só aquecer o comércio com a compra de presentes, nem cair em um sentimentalismo criado pela sociedade de que nesse dia é preciso "abraçar" e festejar os pais. Pode ser isso também, mas deveria ser, sobretudo, uma ocasião propícia para trazer na discussão a seguinte questão: como estamos colaborando, enquando família, comunidade, sociedade, para que os pais possam exercer seu protagonismo e desempenhar com segurança, autonomia e condições favoráveis as tarefas que competem a eles?
Não basta só cobrar ou exigir que o pai seja de acordo com as expectativas dos demais. É preciso também oferecer a esse pai a oportunidade de se preparar, fornecendo informações, apoio, acolhida e espaço para que ele possa se expressar. Com isso, todos ganham, especialmente a família, que se fortalece e proporciona às crianças um ambiente para crescer com mais harmonia e paz.
Saiba mais: como surgiu o Dia dos Pais.
foto terapeuta sonia
 Sonia Mendes - terapeuta familiar

"Vocês, pais, são muito importantes no desenvolvimento e na personalidade dos seus filhos", diz Sonia Mendes.

Que tal aproveitarmos a proximidade da data comemorativa para refletir sobre o que é ser pai e qual é a sua missão? Sobre a importância do pai na família, confira a entrevista com a terapeuta familiar Sonia Mendes.

Sonia, o pai de hoje é muito diferente do pai de antigamente, não é?

Eu acho que sim, inclusive porque o mundo vai sofrendo transformações, as coisas vão acontecendo e as famílias precisam se adaptar. Consequentemente, os pais também vão se adaptando. No passado, o pai era o provedor, era “o cabeça” da família, aquele pai mais austero. Quando ele ia chegar em casa, a família toda tinha que ficar quieta. Hoje não, hoje pede-se um pai mais participativo. Então, eu acho que é consequência dessas mudanças do mundo.

E por que se diz que o pai deve ser muito mais presença do que presente?

O pai, com o presente, não substitui a presença. Muitas vezes, os pais se sentem culpados por não estarem dando atenção, ou porque não participam da educação, não participam do convívio, não sentam na mesa para comer com os filhos, pra conversar. Eles trazem presentes para os filhos ficarem alegres. Mas, na verdade, o que o filho realmente quer, do fundo do coração, é a presença do pai. É o contato, é sentar para uma brincadeira, jogar uma bola, ler um livrinho. Então, o pai com presente não substitui a presença.

Hoje, algumas crianças têm dois pais, e outras vezes um padastro. Como se dá essa convivência?

Primeiro, antes de mais nada, o pai biológico é o pai biológico. Hoje em dia, há muitos casais separados, então, muitas vezes, os filhos convivem com o padastro. O padastro também pode exercer alguma função paterna, o limite, prover algumas coisas. Mas esse contato com o pai biológico deve também ser um contato afetivo e de preferência evitar um conflito. A criança, quando está com o padrasto, vai seguir as regras daquela família. Quando ela está com o pai, ela vai vivenciar de acordo com a casa do pai, no convívio com o pai.
Confira a entrevista na íntegra: Entrevista com Sonia Mendes - Dia dos Pais

http://www.pastoraldacrianca.org.br/pt/tema/3200-pai-presenca-e-amor-na-vida-dos-filhos

sexta-feira, 28 de março de 2014

Fábrica de brinquedos

Carrinho de Garrafa pet
Material: uma garrafa de plástico de 2,5 l e oito garrafas iguais de plástico de 2 l, arame, tampinha.
Como fazer:
1. rodas: recortar o fundo das oito garrafas menores, furar no meio e juntar dois a dois com durex para formar as rodas;
2. fazer quatro furos na garrafa de 2,5 l, sendo dois de cada lado por onde passará o arame para prender as rodas;
3. recortar na parte de cima da garrafa grande para fazer o párabrisa ou colar parte de uma garrafa para fazer a capota;
4. enfiar o arame bem reto na carroceria e depois em cada roda, dobrando no final para ela não se soltar.

Obs: o carro pode ser feito também com garrafas menores como os da foto abaixo.

http://pastoraldacrianca.org.br/pt/fabrica-de-brinquedos?showall=&start=5

segunda-feira, 3 de março de 2014

Tráfico de pessoas: fique atento a esta realidade!

De uns tempos para cá a expressão “tráfico de pessoas” começou a ficar cada vez mais frequente nas conversas e nos noticiários.  Nas igrejas, com a discussão da Campanha da Fraternidade 2014, cujo tema é Fraternidade e Tráfico Humano e o lema é“É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1). O tráfico de pessoas não é algo novo. A história da humanidade está repleta de exemplos e na própria história do Brasil temos a lamentável época da escravidão indígena e  africana.

Como a Pastoral da Criança faz

A Campanha da Fraternidade deste ano traz uma grande oportunidade para reflexão e conscientização de nossas comunidades sobre o tráfico de pessoas, colocando em evidência os perigos e situações a que todos estão sujeitos. Oferece também, algumas formas de preveni-lo e combatê-lo.

Tráfico de pessoas: o que é?

A Organização das Nações Unidas (ONU), no Protocolo de Palermo (2003), definiu o tráfico de pessoas como “o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo-se à ameaça ou ao uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração”.
De acordo com a ONU, no mundo, são mais de 2 milhões de pessoas exploradas no tráfico, destas 30% são crianças (ONU / 2013) e  o tráfico de pessoas movimenta anualmente 32 bilhões de dólares. Desse valor, 85% provêm da exploração sexual. No Brasil, o Ministério da Justiça divulgou um amplo relatório, onde apresenta um panorama global sobre o tráfico de pessoas no Brasil, abordando especialmente a ação dos traficantes e o destino das vítimas. 

O direito de “ir e vir” e o tráfico humanocartaz campanha da fraternidade

Muitos se perguntam: como identificar se a pessoa está em situação de mobilidade, ou seja, exercendo seu direito de “ir e vir”, ou se está sendo vítima de tráfico?
De acordo com o Conselho Nacional de Justiça: “há tráfico de pessoas quando a vítima é retirada de seu ambiente, de sua cidade e até de seu país e fica com a mobilidade reduzida, sem liberdade de sair da situação de exploração sexual ou laboral ou do confinamento pararemoção de órgãos ou tecidos. A mobilidade reduzida caracteriza-se por ameaças à pessoa ou aos familiares ou pela retenção de seus documentos, entre outras formas de violência que mantenham a vítima junto ao traficante ou à rede criminosa. Os aliciadores, homens e mulheres, são, na maioria das vezes, pessoas que fazem parte do círculo de amizades da vítima ou de membros da família. São pessoas com quem as vítimas têm laços afetivos. Normalmente, apresentam bom nível de escolaridade, são sedutores e têm alto poder de convencimento. Alguns são empresários que trabalham ou se dizem proprietários de casas de show, bares, falsas agências de encontros, matrimônios e modelos. As propostas de emprego que fazem, geram na vítima perspectivas de futuro e de melhoria da qualidade de vida”. Já no tráfico para trabalho escravo, os aliciadores, denominados de “gatos”, geralmente fazem propostas de trabalho para pessoas desenvolverem atividades na agricultura ou pecuária, na construção civil ou em oficinas de costura.

Campanha


Neste ano, a Campanha da Fraternidade quer ir mais além do que as reuniões com famílias e nas paróquias. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha também nas escolas, foram produzidos materiais informativos voltados aos jovens dos ensinos fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
A Campanha da Fraternidade 2014 quer mostrar à população em geral a crueldade do tráfico humano, a situação de dominação e exploração das pessoas traficadas, situação esta que rompe com o projeto de vida, na liberdade e na paz, e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

DESFILE CÍVICO: PASTORAL DA CRIANÇA MARCA PRESENÇA


A Escola Everaldo Souza Santos homenageou o Distrito Stela Dubois- Jaguaquara/BA, no último domingo (15), pelos seus 14 anos de Distrito, ao mesmo tempo que junto com toda a comunidade local comemorava  seus  cinqüenta e um (51) anos de existência.O desfile relatou  toda a sua história do Distrito, a começar pelos seus fundadores, economia, saúde, segurança, educação, política, cultura, projetos  sociais.

A Pastoral da Criança que  tem como missão promover o desenvolvimento das crianças, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, do ventre materno aos  seis (6) anos, contribuindo para que suas famílias e comunidades realizem sua própria transformação, por meio de orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na mística cristã que une fé e vida, se fez presente  no desfile uma vez que a mesma atua neste Distrito/Diocese de Jequié, há nove (9) anos e vem cooperando no resgate de muitas crianças, seja por desnutrição, obesidade, violência doméstica entre outros.


Parabéns à Escola pela iniciativa bem como aos líderes da Pastoral da Criança que se fizeram presente abrilhantando ainda mais o desfile.





Nayane Gonçalves
Assessora voluntária e Multiplicadora da Ação Comunicação Popular


REAVIVAMENTO DE RAMO



A saudosa Drª Zilda Arns – fundadora da Pastoral da Criança- desde o início da Pastoral percebeu que para continuar o projeto de Jesus precisava do apoio da Igreja dos irmãos na fé, da sua família, e outras pessoas de boa vontade para garantir vida as crianças e gestantes. Os líderes que já atuaram na Pastoral da Criança na paróquia Nossa Senhora das Dores-Planaltino/BA contaram com o grande apoio do seu Pároco, Pe. Fernando Dias, que junto com eles motivaram novas pessoas a aderir esse projeto salvífico de Jesus “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância”Jo 10,10
A equipe de formação diocesana juntamente com sua coordenadora, Irmã Maria Lúcia Souza, estiveram em Planaltino para juntos com as lideranças e outros voluntários realizar a oficina contínua sobre a missão da Pastoral. A coordenação  diocesana louva a Deus pela disponibilidade dessa nova turma, animada, cheia de vontade e fé, que dará continuidade a missão de zelar pelo desenvolvimento das crianças. Que Deus abençoe a todos vocês que se dedicam a salvar vidas!
Nayane Gonçalves
Assessora  voluntária e Multiplicadora da Ação Comunicação Popular
Foto: Arquivo Pastoral da Criança

FORMAÇÃO: AVALIAÇÃO SEMESTRAL



A  Pastoral da Criança da Diocese de Jequié/BA realizou  no mês de agosto  na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus-Distrito Stlela Dubois-Jaguaquara , mais um  de seus encontros de formação para coordenadores de ramo. Este reuniu os zonais do Café e das Flores sendo  assessorado pela coordenadora diocesana, Irmã  Maria Lúcia Souza e  equipe Diocesana de Formação da Pastoral da Criança.

Com o objetivo de avaliar o primeiro semestre, rever metas, estratégias, para melhorar o acompanhamento das crianças acompanhadas e intensificar esforços na busca de mais líderes voluntários os coordenadores foram motivados a partilhar sua avaliação paroquial  em grupo com os demais ramos e seguida apresentar a síntese  grupal  na plenária.A manhã de formação foi enriquecedora e gratificante para todos os presentes que partilharam alegrias, conquistas e dificuldades , contudo, apesar dos obstáculos , os coordenadores renovaram sua fé e esperança  para que todas as crianças tenham vida.

Que Deus fortifique cada um de seus coordenadores nesse serviço dedicado às crianças e famílias carentes.

Nayane Gonçalves
Assessora  voluntária e Multiplicadora da Ação Comunicação Popular