
10 Mandamentos para a Paz na Família: estímulo ao diálogo familiar
Ser pai e mãe é um aprendizado diário. As crianças crescem e junto vem um monte de perguntas, curiosidade e, também, má criação dos pequenos... Mas, e nestas situações, como fazer com que a criança compreenda que os pais querem o melhor para elas? Como dizer não e saber lidar com momentos de rebeldia das crianças sem violência e fazendo com que os filhos compreendam a importância da palavra dos pais?
“Orientamos para conversar com a criança com firmeza, se for preciso baixar, pegar no ombrinho da criança pra que ela olhe, ouça e preste atenção”, ensina a coordenadora estadual da Pastoral da Criança em Tocantins, Erdiléia Araújo Santana. Assim como acontece no Estado do Tocantins, a Pastoral da Criança incentiva em todas as comunidades que atua que os pais conversem com seus filhos, mostrando que mesmo contrariados, o que os pais falam é para o bem da criança.
Paz na família
O material que as líderes mais utilizam para estimular o diálogo são os “10 mandamentos para a paz na família”. Eles sintetizam os princípios para se ter uma família que dialogue, estimulando uma cultura de paz e não violênciadentro da casa. “Nós fazemos o trabalho nas famílias – mesmo sem ser acompanhadas – de entregar e conversar sobre os 10 mandamentos da paz na família, porque lá tem uma parte que diz que é melhor orientar na conversa do que bater”, explica Erdiléia.
Dra. Zilda
"Em um lar sem brigas, as crianças crescem mais seguras, mais felizes e os adultos e sentem mais apoiados e confiantes no futuro”.
A coordenadora conta ainda que panfletos com os 10 mandamentos é entregue a cada família visitada. A ideia é que isso possa ser compartilhado com outras pessoas, como familiares e vizinhos, “para ir diminuindo esse grande índice de violência contra criança”, relata. Mesmo assim, não é incomum encontrar casos de violência, como surras, com a justificativa de educar, e o castigo. Nas casas onde o alcoolismo está presente, a situação é mais grave. “Pais alcoolizados usam de sua autoridade para bater nas criança. Isso acontece muito, inclusive com as mães”, revela a coordenadora.
Papa Francisco
"A família é um elemento essencial para todo e qualquer progresso humano e social sustentável”.
Segundo Erdiléia, em Tocantins, as famílias têm encontrado outro meio para aprender a se integrar: os encontros de casais promovidos pela Igreja local. No estado são realizados encontros para casais de segunda união e para casais que vivem juntos, por exemplo, onde são abordadas orientações de como lidar com as crianças. “Hoje, muitas pessoas dizem que as crianças não têm mais limites, mas isso parte da falta de limites do adulto”, indica a coordenadora. Para ela, a educação da criança é reflexo do que os pais são: “A criança vai se habituar a tratar o próximo do jeito que tratam ela”. Por isso, a Pastoral da Criança ensina que saber educar, impor autoridade e ser ouvido pelos pequenos nada tem a ver com violência, mas com paz na família.
Prevenir
a dengue é algo que realmente começa em casa e cada um pode, e deve,
fazer a sua parte. Os esforços do poder público devem continuar e
aumentar, mas não serão suficientes se cada cidadão deixar de tomar
certos cuidados diários, aqueles que são capazes de impedir que a dengue
se alastre. É é tudo tão simples. Basta boa vontade e consciência
comunitária, porque aquilo que uma pessoa faz em sua casa ou não, tem o
poder de afetar toda a vizinhança.


foi ao pediatra dizendo: "Doutor, meu filho não come"? A
comida certamente é uma das maiores preocupações dos pais com relação à
saúde da criança. Há famílias que transformam o momento das refeições em
um verdadeiro campo de batalhas, desespero e acusações. Se a criança
não come ou come muito pouco em uma refeição, a família começa a dar
"substitutos", para a criança não ficar com fome ou não ficar doente, de
"fraqueza". E quais substitutos são esses? Em geral, salgadinhos,
refrigerantes, bolos, biscoitos... Isso a criança come e, por isso,
deixa cada vez mais de comer a comida saudável para poder receber essas
guloseimas. Há também as crianças que só comem algumas colheradas, como
dizem as mães, se estiverem vendo televisão, brincando no computador ou,
simplesmente, correndo pela sala. É muito comum ver mães com um prato
na mão "correndo" pela casa atrás da criança, para ver se ela come
alguma coisa. A ansiedade da família só diminui se a criança come. Se
comer tudo, então, é uma festa! Sem falar das promessas que são feitas:
"Se você comer tudo, vou te dar esse brinquedo..." Com isso, a criança
aprende e entende que a ordem é comer! Comer deixa todo mundo da casa
feliz e ela ainda ganha recompensas. Assim, para a mamãe ficar contente,
e sempre mais contente, algumas crianças passam a comer cada vez mais, a
qualquer hora, os alimentos que elas escolhem, o que só faz aumentar os
casos de
Ingredientes: