quinta-feira, 12 de março de 2015

Educar sem violência é possível

10 mandamentos
10 Mandamentos para a Paz na Família: estímulo ao diálogo familiar
Ser pai e mãe é um aprendizado diário. As crianças crescem e junto vem um monte de perguntas, curiosidade e, também, má criação dos pequenos... Mas, e nestas situações, como fazer com que a criança compreenda que os pais querem o melhor para elas? Como dizer não e saber lidar com momentos de rebeldia das crianças sem violência e fazendo com que os filhos compreendam a importância da palavra dos pais?

“Orientamos para conversar com a criança com firmeza, se for preciso baixar, pegar no ombrinho da criança pra que ela olhe, ouça e preste atenção”, ensina a coordenadora estadual da Pastoral da Criança em Tocantins, Erdiléia Araújo Santana. Assim como acontece no Estado do Tocantins, a Pastoral da Criança incentiva em todas as comunidades que atua que os pais conversem com seus filhos, mostrando que mesmo contrariados, o que os pais falam é para o bem da criança.

Paz na família

O material que as líderes mais utilizam para estimular o diálogo são os “10 mandamentos para a paz na família”. Eles sintetizam os princípios para se ter uma família que dialogue, estimulando uma cultura de paz e não violênciadentro da casa. “Nós fazemos o trabalho nas famílias – mesmo sem ser acompanhadas – de entregar e conversar sobre os 10 mandamentos da paz na família, porque lá tem uma parte que diz que é melhor orientar na conversa do que bater”, explica Erdiléia.
Dra. Zilda
"Em um lar sem brigas, as crianças crescem mais seguras, mais felizes e os adultos e sentem mais apoiados e confiantes no futuro”.
A coordenadora conta ainda que panfletos com os 10 mandamentos é entregue a cada família visitada. A ideia é que isso possa ser compartilhado com outras pessoas, como familiares e vizinhos, “para ir diminuindo esse grande índice de violência contra criança”, relata. Mesmo assim, não é incomum encontrar casos de violência, como surras, com a justificativa de educar, e o castigo. Nas casas onde o alcoolismo está presente, a situação é mais grave. “Pais alcoolizados usam de sua autoridade para bater nas criança. Isso acontece muito, inclusive com as mães”, revela a coordenadora.
Papa Francisco
"A família é um elemento essencial para todo e qualquer progresso humano e social sustentável”.
Segundo Erdiléia, em Tocantins, as famílias têm encontrado outro meio para aprender a se integrar: os encontros de casais promovidos pela Igreja local. No estado são realizados encontros para casais de segunda união e para casais que vivem juntos, por exemplo, onde são abordadas orientações de como lidar com as crianças. “Hoje, muitas pessoas dizem que as crianças não têm mais limites, mas isso parte da falta de limites do adulto”, indica a coordenadora. Para ela, a educação da criança é reflexo do que os pais são: “A criança vai se habituar a tratar o próximo do jeito que tratam ela”. Por isso, a Pastoral da Criança ensina que saber educar, impor autoridade e ser ouvido pelos pequenos nada tem a ver com violência, mas com paz na família.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Dengue: a solução começa em casa

mosquito da dengue K raykerPrevenir a dengue é algo que realmente começa em casa e cada um pode, e deve, fazer a sua parte. Os esforços do poder público devem continuar e aumentar, mas não serão suficientes se cada cidadão deixar de tomar certos cuidados diários, aqueles que são capazes de impedir que a dengue se alastre. É é tudo tão simples. Basta boa vontade e consciência comunitária, porque aquilo que uma pessoa faz em sua casa ou não, tem o poder de afetar toda a vizinhança.
Não deixar água parada; retirar das áreas livres recipientes que possam acumular água; cuidar com a coleta do lixo; tampar a caixa d'água... são medidas eficazes e possíveis para impedir o avanço da dengue. Cada um pode ajudar a conscientizar sua vizinhança e comunidade sobre como colaborar nas medidas de prevenção.
Informe-se no seu município como colaborar e procure saber se todas as medidas estão sendo tomadas pelos órgãos competentes para combater a doença.

Sobre a Dengue

Você já reparou que em quase todos os dias há notícia sobre dengue? O que é essa doença? Como se propaga? O que podemos fazer para nos previnir? Essas e outras perguntas são respondidas pela assistente técnica da coordenação nacional da Pastoral da Criança, Thereza Kaiser.

O que é a dengue?

É uma doença viral transmitida por um mosquito, sendo uma das mais importantes que afetam o ser humano. Constitui-se em um sério problema se saúde pública.

Como acontece o contágio da dengue? Quais são os tipos de dengue que existem?

Pela picada do mosquito Aedes Aegypti. O mosquito pica uma pessoa infectada, se contamina e, ao picar uma outra pessoa, está transmitindo a doença. Existem quatro tipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. No Brasil, já existem os quatro tipos de dengue.

O que é a dengue hemorrágica?

É um quadro grave da dengue e se caracteriza por alterações na coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente, se assemelha à dengue clássica, febre alta, dores no corpo, nas articulações. Mas após o terceiro ou quarto dia de evolução, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pele e nos órgãos internos. A dengue hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas e pode levar à morte.

Quais são os sintomas da dengue?

Febre alta de 39° a 40°: esse é um sinal característico da dengue, que dura de dois a sete dias. Com dor de cabeça, dores no corpo, nas articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção na pele e coceira. Também pode haver perda de peso, náusea e vômito, sangramento de nariz, gengiva, dor na barriga intensa e contínua. Vômitos persistentes, letargia, sonolência e irritabilidade, hipotensão e tontura podem indicar um sinal de alarme ou de agravamento da doença.

Como se trata a dengue?

Não há tratamento específico. Até o momento, não existe vacina para tratar dengue. A medicação é apenas sintomática. O paciente deve permanecer em repouso e iniciar a hidratação oral. Tomar bastante líquido, seja suco, seja chá, soro caseiro, água de coco. Os medicamentos só podem ser receitados por médico.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Voluntários - Celebração Dra. Zilda


 

Funções:

Museu - Receber as Caravanas e auxiliar no que for necessário; distribuição do lanche.
PUC - Receber as caravanas;
Barigui - Receber as caravanas;
Estádio - Receber as caravanas; receber moções; fornecer informações aos peregrinos.
Cemitério - Receber as Caravanas; fornecer informações aos peregrinos.

 

Perguntas e respostas

1 - O que é o Programa de Voluntários para a Celebração Dra. Zilda?
O Programa de Voluntários é uma oportunidade de centenas de pessoas de Curitiba participarem da “Celebração Dra. Zilda - Vida plena para todas as crianças” através da cessão do seu tempo e da prestação de serviços à Causa da Criança.
2 - Quantos voluntários participarão a Celebração Dra. Zilda?
Trabalhando nas ações diretamente ligadas ao evento do dia 10 e 11, serão aproximadamente 2 mil voluntários na “Celebração Dra. Zilda - Vida plena para todas as crianças”.
3 - Qual a idade mínima para ser voluntário no evento?
É necessário ter pelo menos 18 anos, completados antes do início do evento, para poder ser voluntário. Não existe limite máximo de idade.
4 - Como fazer para ser voluntário?
O Programa de Voluntários foi aberto e a inscrição pode ser feita pelo site www.pastoraldacrianca.org.br/pt/voluntarios-para-a-celebracao-dra-zilda ou pelo email contato@pci.org.br.
5 - Como será o processo?
O processo será composto por diversas fases (algumas presenciais e outras online), sendo a participação e aprovação em todas obrigatória:
- Inscrição no site - Online;
- Treinamento geral - Online (leitura de um documento a respeito do evento);
- Entrevistas individuais - Online por meio eletrônico;
- Informativos online - Leitura;
- Treinamento específico presencial (para cada função) - a ser realizado na Coordenação Nacional, Rua Jacarezinho, 1691 - Curitiba (PR) - também aos sábados ou domingos;
6 - Como acompanharei o processo de andamento do Programa ao longo do tempo?
Todas as informações são disponibilizadas no site www.pastoraldacrianca.org.br e, além disso, por e-mail.
7 - O que a Coordenação Nacional da Pastoral da Criança irá fazer com minhas informações?
Suas informações serão mantidas confidenciais e sob a responsabilidade da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança.
8 - Eu poderei escolher em que área atuar?
Os voluntários poderão informar suas áreas de preferência. Porém, durante o processo de seleção, o perfil individual será verificado, assim como as habilidades de cada um.
9 - O que eu vou receber por trabalhar na Celebração Dra. Zilda?
O trabalho voluntário é por natureza um trabalho sem remuneração. Por conta disso, não haverá pagamento de nenhum tipo de salário ou ajuda de custo.
10 - Qual a duração do turno diário de trabalho voluntário?
O turno diário de trabalho voluntário durará até 6h. No dia 10, entre as 10h e 22h, sendo dois turnos (das 10h às 16h ou das 16h às 22h).
11 - Por quanto tempo preciso estar disponível para o evento?
É necessário ter disponibilidade principalmente no dia 10 de janeiro de 2015, das 10h às 22h, além dos dias de treinamento.
12 - Eu não moro em Curitiba. Vou poder participar?
Sim. Mas a Coordenação Nacional da Pastoral da Criança não poderá se responsabilizar com os gastos de transporte e hospedagem para o dia do evento e para o dia do treinamento presencial.
13 - Como posso entrar em contato com o Programa de Voluntários?
Através do e-mail contato@pci.org.br ou pelo telefone: (41) 2105-0277.

Voluntariado, a força que transforma

Atualmente, é possível dizer que o voluntariado faz toda a diferença em qualquer país ou comunidade. A consciência da força do voluntariado como meio de transformação, nos mais diversos âmbitos, cresce a cada dia. Pessoas de diversas crenças e opiniões têm no voluntariado um ponto de encontro, em comum, para agir em prol do bem. Para quem quer ser voluntário, opções não faltam. Basta olhar em torno da sua comunidade e cada um descobrirá diversas instituições que necessitam da força e presença de voluntários: hospitais, igrejas, escolas, centros comunitários, etc. Basta disponibilidade de doar um pouco de tempo e abertura para trabalhar em equipe. voluntariado 1209
Como a Pastoral da Criança faz
Dentre as muitas opções de voluntariado, uma delas é a Pastoral da Criança, que abrange um trabalho com gestantes e crianças de zero a seis anos. O que move a Pastoral da Criança é a força de seu voluntariado espalhado por todo o país. São milhares de líderes atuando cotidianamente para que todos tenham vida e vida em abundância. Participe dessa ação voluntária. Os resultados são possíveis de sentir na própria vida, especialmente na alegria de servir a quem mais precisa. Informe-se: www.pastoraldacrianca.org.br
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 Ir. Vera Lúcia Altoé

“O voluntariado é a base do trabalho realizado pela Pastoral. Os voluntários propagam diariamente fé e vida, entre as crianças, famílias e gestantes acompanhadas em milhares de comunidades em todo o Brasil”, destaca Ir. Vera.

O voluntário é uma pessoa que se torna disponível para um serviço pessoal, espontâneo e gratuito. Quem faz voluntariado cumpre grandes atos de amor mesmo com pequenos gestos, sobretudo, se ajuda as pessoas em dificuldades. A Pastoral da Criança é uma grande rede de voluntários, que atua em todo o Brasil e em outros países também. 5 de dezembro é o dia da Pastoral da Criança em todo o Brasil, justamente para recordar a ação voluntária. Confira o que a coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Ir. Verá Lúcia Altoé, diz sobre esse tema que simboliza a essência da instituição.

O que representa o voluntariado na Pastoral da Criança?

O voluntariado é a base do trabalho realizado pela Pastoral. Os voluntários propagam diariamente fé e vida, entre as crianças, famílias e gestantes acompanhadas em milhares de comunidades em todo o Brasil.

Onde a Pastoral da Criança atua? A quem procurar para contribuir como voluntário na Pastoral da Criança?

A atuação da Pastoral da Criança acontece nas comunidades com gestantes e crianças menores de seis anos.Para se tornar um voluntário, procure o coordenador ou a coordenadora da Pastoral da Criança da paróquia mais próxima de você. Também pode fazer contato através do nosso site: www.pastoraldacrianca.org.br

Como é possível atuar na Pastoral da Criança?

A atuação voluntária na Pastoral da Criança pode ser realizada de diversas formas, dependendo da sua vontade e disponibilidade de tempo. Você pode atuar como: líder, brinquedista, brincador, articulador em saúde, capacitador, multiplicador, apoio, comunicador popular, na informática, sendo assessor de imprensa na comunidade, palestrante. Enfim, de várias maneiras.

Ir. Vera, quem é o líder comunitário da Pastoral da Criança? O que ele faz?

O líder é o principal voluntário da Pastoral da Criança, que leva orientações sobre saúde, educação, nutrição e cidadania as famílias que acompanha. O líder precisa ter disponibilidade para desenvolver três atividades na Pastoral da Criança. A primeira atividade é fazer a visita domiciliar. Segunda: reunir essas crianças e essas mães e fazer o dia da Celebração da Vida. E o terceiro momento é avaliar o desenvolvimento dessas crianças, que nós da Pastoral da Criança chamamos de Reunião de Reflexão e Avaliação.
Leia a entrevista na íntegra: Entrevista com Ir. Verá Lúcia Altoé - coordenadora nacional
http://www.pastoraldacrianca.org.br/pt/tema/3369-voluntariado-a-forca-que-transforma

sábado, 1 de novembro de 2014

Cólicas no bebê

Cólicas no bebê
Uma das maiores preocupações dos pais de recém-nascidos é a cólica do bebê. A cólica é muito comum, pois os bebês estão se adaptando à nova vida fora do aconchego da barriga da mãe.  A partir da segunda semana de vida, os bebês podem começar a ter crises de choro que podem durar horas. O choro pode estar relacionado com os gases, mas muitas vezes não dá para identificar a causa da cólica. A aflição dos pais quando percebem que o filho está com cólicas é normal. Nessas horas é preciso lembrar de que as cólicas, normalmente, devem ir embora quando o bebê completa três ou quatro meses.

Como identificar o choro do bebê:

• choro intenso e o bebê não se acalma com nada,
• encolher as perninhas, se espremer e esticar,
• soltar gases quando chora.
Ainda não se sabe exatamente o porque das cólicas. Uma das explicações é que o sistema digestivo do bebê ainda é imaturo e ele tem dificuldade em eliminar os gases. Se a mãe está amamentando no peito, pode alterar sua alimentação para ajudar a prevenir um pouco a cólica. Uma dica é não comer alimentos que produzam cólicas na mãe.  Se o bebê toma leite em pó, ou leite vaca integral, ele pode ter intolerância ou alergia a algum componente do leite. Então, é melhor conversar com o médico antes sobre qual tipo de leite oferecer à criança, caso seja impossível o aleitamento materno.

Como acalmar o bebê com cólica:

Colocar o bebê no colo bem apertadinho, quentinho. Deixar o bebê em um local tranquilo, fazer massagem na barriga do bebê no sentido horário, ou fazer movimentos de bicicleta, movendo as pernas do bebê delicadamente para estimular a que ele solte os gases e consigua evacuar.

Sempre tem que ser lembrado:

• não esquecer, depois de cada mamada, de colocar o bebê para arrotar;
• na hora de amamentar, a cabeça do bebê deve estar levantada, apoiada na dobra do cotovelo da mãe;
• a pega deve estar correta: numa boa pega o bebê deve colocar na boca a parte escura do peito (aréola) e não apenas o bico do seio;
• cuidar para o bebê não engolir ar na hora da mamada.
Se com tudo isso o bebê continuar chorando e você percebe que não consegue ajudar seu bebê, que tal pedir ajuda? Lembre-se que o choro do bebê não é sua culpa e que a cólica vai passar. Se o cloro persistir por vários dias, o melhor é levar o bebê ao serviço de saúde.
http://www.pastoraldacrianca.org.br/pt/outrosassuntos/2845-colicas-no-bebe

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Obesidade infantil, chegou a hora de mudar essa realidade

  Quem nunca ouviu dizer que quando a criança come, a mamãe fica contente? Ou qual mãe nuncamenino triste sorvete foi ao pediatra dizendo: "Doutor, meu filho não come"? A comida certamente é uma das maiores preocupações dos pais com relação à saúde da criança. Há famílias que transformam o momento das refeições em um verdadeiro campo de batalhas, desespero e acusações. Se a criança não come ou come muito pouco em uma refeição, a família começa a dar "substitutos", para a criança não ficar com fome ou não ficar doente, de "fraqueza". E quais substitutos são esses? Em geral, salgadinhos, refrigerantes, bolos, biscoitos... Isso a criança come e, por isso, deixa cada vez mais de comer a comida saudável para poder receber essas guloseimas. Há também as crianças que só comem algumas colheradas, como dizem as mães, se estiverem vendo televisão, brincando no computador ou, simplesmente, correndo pela sala. É muito comum ver mães com um prato na mão "correndo" pela casa atrás da criança, para ver se ela come alguma coisa. A ansiedade da família só diminui se a criança come. Se comer tudo, então, é uma festa! Sem falar das promessas que são feitas: "Se você comer tudo, vou te dar esse brinquedo..." Com isso, a criança aprende e entende que a ordem é comer! Comer deixa todo mundo da casa feliz e ela ainda ganha recompensas. Assim, para a mamãe ficar contente, e sempre mais contente, algumas crianças passam a comer cada vez mais, a qualquer hora, os alimentos que elas escolhem, o que só faz aumentar os casos de obesidade infantil.


Como a Pastoral da Criança faz
Mudança de hábitos e bons exemplos para combater os casos de obesidade infantil
Quando se fala em obesidade infantil, é preciso entender que a família é quem está no comando da situação, não a criança. Não adianta brigar com a criança porque ela come muito, porque ela está obesa. A violência não resolve nada, só piora as coisas e traumatiza a criança. E nesse estado emocional, a criança passa a comer mais ainda para abafar o medo e a ansiedade. O diálogo, a mudança consciente de hábitos alimentares, a introdução de uma alimentação saudável e de práticas esportivas são atitudes concretas que ajudam a prevenir e combater a obesidade infantil. Só que para isso, é essencial contar com o comprometimento de toda a família. Para proteger a saúde atual e futura das crianças, invista numa proposta nutricional saudável, com alimentos nutritivos, de baixo custo e de época. Use sua criatividade e motive as crianças com palavras de incentivo, atenção e amor. Assim, não só a mamãe, mas todos ficam contentes e as crianças mais saudáveis.

“Ninguém deve ser premiado por comer”, alerta Patrícia.

A obesidade infantil é um problema que atinge muitas crianças brasileiras. Segundo especialistas, a criança obesa tem grandes chance de se tornar um adulto obeso. A entrevista com a Dra. Patrícia Muller da Costa - psicóloga com especialização em saúde mental, que trabalha em Curitiba (PR) - esclarece diversas dúvidas sobre a obesidade infantil, chamando a atenção para questões que envolvem o bem estar emocional e a saúde de maneira geral, pois estão intimamente ligadas.

Como as emoções contribuem para a obesidade?

Existem vários fatores emocionais que podem contribuir para o aumento do peso ou dificultar o emagrecimento. Quando uma pessoa vive em uma situação que gera uma forte carga emocional, o organismo interpreta que é necessário dar uma resposta para essa situação. Para isso, o corpo vai se preparar para enfrentar essa a situação ou para fugir. Para ocorrer esse enfrentamento, há um aumento de produção do cortisol. E os altos níveis de cortisol facilitam o armazenamento da gordura abdominal. Quando a pessoa avalia que não possui recursos para enfrentar o problema que a aflige, ela se sente impotente e se deprime. A depressão altera o apetite. Em alguns casos, o apetite diminui, mas em muitos casos o apetite aumenta. Então, essa é umas das razões para o aumento do consumo de alimentos.

E como prevenir que uma criança se torne uma comedora emocional?

É preciso estar atento às mensagens contraditórias que a gente passa para as crianças. É comum que os adultos enfatizem o desejo pelos alimentos hipercalóricos, mesmo quando fazem isso em um discurso sobre a importância de evitar. Mas a mensagem que fica é que esses alimentos são deliciosos. Outra questão é que, na nossa cultura, os alimentos hipercalóricos são considerados um prêmio. Bolo de aniversário, por exemplo. Ninguém faz uma salada de aniversário. A pizza do final de semana, o ganhar uma sobremesa, “mas só se comer todo o almoço”. Percebam a mensagem implícita: se você se esforçar para comer o arroz o feijão que você não está com vontade, então vai merecer uma recompensa, a sobremesa. O que a gente está dizendo com isso é que o que realmente é bom é a sobremesa. E também estamos dizendo que feijão e arroz devem ser uma coisa ruim, porque é um sacrifício que merece um prêmio. Então, ninguém deve ser premiado por comer.

Como o aleitamento materno ajuda nas emoções e na prevenção da obesidade?

Realmente, o aleitamento é um momento muito especial, muito mais do que o leite que está sendo passado do seio para boca da criança. Então, esse contato físico é muito importante, o olhar da mãe para a criança. E esse olhar entre a mãe e o filho vai favorecer a hora que o bebê já terminou de mamar, entender que já é o suficiente.
Leia a entrevista na íntegra: Entrevista com Patrícia Muller da Costa - Obesidade infantil
Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança. Ouça o programa de 15 minutos na íntegra
Programa de Rádio 1200 - 29/09/2014 - Obesidade infantil
http://www.pastoraldacrianca.org.br/pt/tema/3265-obesidade-infantil-chegou-a-hora-de-mudar-essa-realidade

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Jornal 212 • Receita - Bolo de Pão de queijo

OK 212 Queijo Nikolai Sorokin Photoxpress 5018908Ingredientes:
• 100 ml de óleo
• 100 ml de leite
• 2 ovos
• 1 colher de chá de sal
• 1 pacotinho de queijo parmesão ralado
• 1 colher de sopa de fermento em pó
• Polvilho doce
Modo de fazer:
Coloque no liquidificador o óleo, leite, ovos e o sal. Bata tudo muito bem, até ficar homogêneo. Em uma bacia, despeje a mistura do liquidificador e coloque o queijo parmesão. Adicione o polvilho aos poucos até tomar ponto de massa de bolo. Adicione o fermento e coloque em uma forma de pudim untada com margarina. Asse em forno médio por 30 a 35 minutos.

http://www.pastoraldacrianca.org.br/pt/receitas